Algo te incomoda? Tente resolver você mesmo

Faziam duas semanas que sentia uma enorme angústia, pois na casa em frente ao meu prédio havia um filhote de cachorro pretinho que ficava acorrentado em uma árvore, chorava e chorava!
O que me causava incomodo não era o choro e sim o sofrimento daquela pobre criatura a mercê de pessoas ignorantes que acham que fornecer comida é o suficiente.
Em um sábado acordei o primeiro som que ouvi foi de seu chorinho, decidi fazer algo, iria tentar uma conversa com os responsáveis que já haviam me falado que “não eram de papo”. Pensei que nesse momento eu tinha algo que me encomodava, eu deveria tentar resolver antes de tentar passar o problema para alguém.
Fui até a casa e com todo respeito questionei o tratamento que estavam dando ao cachorrinho, a senhora me recebeu com muita agressividade, tentei acalmar e continuei conversando, mas ela apesar de um pouco mais calma continuava agressiva e ignorante, tentei sensibilizá-la e ao mesmo tempo responsabilizá-la pelo animal apesar de virar as costas e nem dar bola para mim!
Depois de falar, pedi para ela ter um bom dia e que ficasse com Deus, ela disse “Amém”.
Fui para casa sem esperanças e com enorme aperto em meu peito….
Meia hora depois vi o inacreditável, o cachorrinho estava solto correndo pelo pátio!
Levei muitos desaforos para casa sim! Mas conquistei pelo menos um dia de liberdade para aquele cachorrinho! Para mim valeu muito a pena!

Imagem: http://www.flickr.com/photos/cliche/5932169746/

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Mais verde, menos monumentos

monumento

Minha opinião sobre qualquer monumento é que o ele deve ser autossustentável, o que quero dizer com isso? Deve atrair as pessoas a visitarem, trazer turismo, além de representar e orgulhar a população do local.

Porém, fiquei fortemente incomodado com a homenagem feita as atletas no Parque da OktoberFest. Não é nada contra os atletas e muito menos a quem o projetou, mas pelo descaso que há com aquilo. Eu pessoalmente, fiquei envergonhado e acho que as pessoas que ali estão homenageadas também devem estar sentindo o mesmo. O local está sujo, mal cuidado, água parada (risco de dengue), câmeras e até mesmo os próprios bustos ou placas depredados. E tudo aquilo tem apenas 2 anos, isso mesmo, todo esse estrago foi feito em um pouco mais de 720 dias.

Sei que a população também tem sua parcela de culpa pelo local dessa forma, mas pensando por outro lado será que aquele era o verdadeiro local para aquela homenagem? Será que não deveríamos priorizar o verde em um parque, ao invés de um monumento de cimento?Quer mais fotos? Olha o álbum lá no flickr.

Concorda? Discorda? Dê sua opinião!

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Conhecer as limitações é uma Fortaleza

Há algum tempo minha esposa vem dizendo que sou disléxico, pois eventualmente troco algumas palavras. Não sei se realmente sou e muito menos me considero, já que troco eventualmente e quando estou conversando informalmente.

Com essas conversas sobre dislexia, lembrei de Noel Gallagher da banda Oasis que sofre de dislexia. Dizem alguns que é essa dislexia que torna as letras das músicas únicas, como é o caso da música Wonderwall.

Depois disso, lembrei de uma pessoa que trabalhei. Trabalhávamos com desenvolvimento de software  e ela não demostrou ser  boa desenvolvedora. Porém, ao invés de tornar essa fraqueza algo que a limitasse no seu papel profissional, ela buscou outras atividades dentro da própria área de informática e descobriu um nicho de mercado onde ela é uma das melhores ou porque não, a melhor pessoa dessa área.

O que eu quero com tudo isso? É destacar que conhecer as nossas fortalezar é fácil, sempre tem alguém para nos dizer ou elogiar. Mas conhecer nossas limitações, e realmente reconhcer como fraqueza e conseguir utilizar as mesmas ao nosso favor, torna-nos muito mais virtuosos.

Imagem: http://www.flickr.com/photos/kt/103952700/

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A Santa Cruz do Sul que eu não conhecia

Escola Nossa Senhora da Boa Esperança

Escola Nossa Senhora da Boa Esperança

Acredito que não há uma pessoa que trabalha ou trabalhou voluntariamente que não tenha o mesmo discurso:

Se ganha muito mais do que se dá com trabalho voluntário.

Porém, eu acrescentaria mais uma variável:

Se aprende e conhece-se muita coisa com trabalho voluntário. Além de competências de liderança, comunicação, negociação que tive a oportunidade de praticar, eu conheci muito da minha cidade durante esse ano.

E duas coisas me chamaram a atenção. A primeira foi um projeto juntamente com o Rotaract Santa Cruz do Sul, Rotary Santa Cruz do Sul e Rotary Santa Cruz Avenida onde fomos até uma escola no Alto Paredão.

Para quem não sabe, o Alto Paredão é a localidade mais longe do centro da cidade de Santa Cruz do Sul, para ter uma ideia, a viagem dura em torno de 1 hora e 30 minutos. São aproximadamente 25Km de asfalto e mais 60km de estrada de chão. Para ter uma ideia, os professores são obrigados a morarem na localidade, pois não teriam como fazer esse trajeto diariamente. E imaginamos algo tão longe sem muita assistência e sem infraestrutura. Mas é totalmente ao contrário, talvez pela própria dedicação dos professores que estão sempre perto, essa escola é simplesmente impecável.

Depois disso, em uma projeto liderado pelo Rotaract Santa Cruz do Sul e pelo Interact Santa Cruz do Sul (clubes de jovens de 18 a 30 e de 12 a 18 respectivamente apoiados pelo Rotary) ,tive o privilégio de conhecer a escola Nossa Senhora da Boa Esperança. A escola fica do outro lado da BR471. Essa parte da cidade realmente não conhecia, é praticamente outra cidade, lugar que desconhecemos e não temos nem a ideia da realidade vivida ali.

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Cachorros aproximam pessoas

Estava eu passeando com o meu cachorro, como sempre. Inclusive como ela está com sobrepeso e eu também, as caminhadas são frequentes.

Logo ao sair de casa, avistei um linda cadela collie que logo começou a nos seguir. Via ela e me vinha na memória que já a tinha visto anteriormente e não era um cachorro de rua, pois estava muito limpa e bem tratada. Foi quando me lembrei que já tinha visto em uma casa há poucas quadras da minha.

Já me dirigindo para a casa que eu desconfiava que era da cadela, encontrei uma senhora que vejo todos os dias nas minhas caminhadas matinais. Como nos vemos todos os dias, os dois passeando com nossos cachorros, já temos uma afinidade, mesmo nunca trocando mais de 3 palavras por dia. Perguntei para ela se não sabia de onde era aquele cachorro e sem nenhuma dúvida ela me respondeu que era realmente da casa que eu desconfiava. Prontamente, a senhora se comprometeu de leva-lá até lá.

Agora a tardinha, resolvi caminhar até a casa e com alegria, vi a collie dentro do seu pátio sã e salva.

Imagem: http://www.flickr.com/photos/kjunstorm/3292118680

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Ruim mesmo era a Guerra: O que se aprende com a abstinência

Há mais de um ano, resolvi que não iriam mais beber refrigerantes. E para ter uma ideia, eu bebia um litro de refrigerante por dia. Pensei que era algo impossível, inviável. Depois de todo esse tempo, aprendi algo muito interessante.  A abstinência de algo nos faz encontrar novos prazeres, nesse caso, descobri como é boa a bebida mais simples do mundo: a água.

Agora no início desse mês, decidi que não precisava mais de carne. Até agora não consegui me abster totalmente desse prazer, consumi carne de peixe e frutos do mar em algumas ocasiões. Mas aprendi novos prazeres. Um deles, nunca tinha imaginado antes: A proteina de Soja. E ainda mais, é possível fazer muitas coisas e coisas boas: Hamburguer, panqueca, almondegas, pastel.  E mais, um dia desses, passei pela maior prova de fogo para um gaúcho: ir a um churrasco. E não foi tão difícil, fizemos cebola e batata assada, além de queijo.

Resumindo toda a história, é na dificuldade que achamos outras alternativas. Dizem que é por isso que o brasileiro é tão criativo

Imagem: http://www.flickr.com/photos/buruno/5137301661/

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Desistir também é para os bons

Quem nunca ouviu a frase: “Quem tem sucesso, não desiste nunca!”. Vou dizer: ela é forte de mais. A perseverança  é uma das chaves sucesso, mas não é a única. O conhecimento e as oportunidades também fazem parte dessa chave.

Porém, a perseverança precisa ser muito bem estudada, pois muitas vezes, desistir de algo também faz parte do sucesso para poder fortalecer ou focar em outro objetivo. Um exemplo?

A GE (General Electric) tem a seguinte poítica: se não podem ser o número 1 ou o número 2 de um segmento, simplesmentem desistem. Isso mesmo, desistem do negócio mesmo ele sendo lucrativo.

Estranho, não? Sim, muito estraho, mas simples de explicar: Isso tudo continua consumindo recursos, dinheiro, foco e tirando isso tudo dos outros negócios que estão em posições bem melhores.

Mas tem outra coisa importante: Desistir não é ficar parado. Se desistiu de um negócio, é correr atrás de outro, fortalecer um já existente para chegar ou continuar no topo.

Imagem: http://www.flickr.com/photos/baalel/7386435744/

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O Carmageddon dos Taxis em Porto Alegre

Alguém chegou a jogar Carmageddon (tem um video no final)? Para quem não jogou ou não lembra-se, é um jogo onde o objetivo não era apenas correr de carro, mas também ganhava-se pontos atropelando pessoas, cachorros e etc. Foi proibido em vários paises.

Nesse mês, tive que estar em Porto Alegre várias vezes e utilizar taxis saindo da Rodoviária de Porto Alegre.

No primeiro dia, quase tive que sair do taxi logo na primeira sinaleira. Quando a sinaleira abriu, o taxista simplesmente não queria aguardar as pessoas que ainda estavam passando pela faixa de segurança e avançava os carros contra as pessoas e as xingava acreditando que estava com a razão.

Em um outro dia, peguei novamente um taxi e solicitei que me levasse ao shopping Total. Não tinha ideia da distância entre a Rodoviária e o Shopping, que é apenas de algumas quadras. Ao chegar no destino, solicitei um recibo para comprovar a despesa, já que estava viajando a trabalho. O taxista além de não querer me fornecer o recibo, ameaçou me agredir com a minha insistência.

Porém, de tudo sempre tem um lado bom. Nesse caso, são duas coisas boas:

1)      A EPTC funciona muito bem, fiz reclamações por telefone e obtive sucesso

2)      Aprendi como andar de ônibus em Porto Alegre, evitando andar de taxi

E já aconteceu alguma história com você usando taxi? Conta para nós!

Imagem: http://www.flickr.com/photos/black_wall/2232887591/

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Weekly Photo Challenge: Blue

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E os 10% do Garçon?

Queria ilustrar dois acontecidos comigo nos últimos tempos com solicitação de 10% de gorjeta destinada a garçon. Não quero discutir se algo é lei ou não, mas apenas mostrar a minha visão de cliente.

A primeira, ocorreu em Porto Alegre, estava em um restaurante com buffet livre. Ao solicitar a conta, ao valor total das despesas, foi acrescido 10% para o garçon. Somente isso, já era o suficiente para eu considerar errado: como iriam cobrar 10% de gorjeta sobre o total da minha despesa, se eu servi-me em um buffet se a mínima ajuda do garçon? Além disso, fui muito mal atendido pelo garçon, e não quiserem descontar o valor. E por fim, solicitei uma nota fiscal onde esse valor não era demonstrado.

A segunda, ocorreu em Santa Cruz do Sul, ao entrar em um restaurante, estava escrito abaixo no cardápio: em todos os valores já estão acrescidos 10% referente ao serviço do garçon. Dessa forma, já se tem certeza do que vai ser cobrado, sem precisar fazer cálculos e etc.

Imagem: http://www.flickr.com/photos/piaser/3710966362/

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