Brainstorm para busca de soluções alternativas

Inteligência Emocional no Trabalho

Estou lendo o livro Inteligência Emocional no Trabalho de Hendrie Weisinger. No livro, é descrito um processo de brainstorm, abaixo faço um resumo.

Com uma tradução livre, tempestade cerebral, o grande objetivo é deixar fluir o máximo de ideias. Ter muitas ideias aumenta às chances de encontras as soluções mais eficazes. O livro nos mostra algumas regras:

1)      Não ter pressa em julgar. Se criticar logo no início da sessão pode inibir o fluxo das ideias. Apenas escreve todas as ideias logo que elas surgem.

2)      Não se preocupe se a ideia é maluca demais, pois isso deixará aberto para todos os tipos de solução. Como o próprio livro diz: “É mais fácil adaptar uma ideia desatinada do que tirar uma solução criativa de uma ideia medíocre”.

3)      O importante nesse ponto é a quantidade Quanto mais ideias tiverem, mais virão.

4)      Detalhes para depois

5)      Combine ideias, procure ideias opostas.

Depois de ter várias ideias, liste-as e estude-as cada uma delas. Além disso, imagine as consequências de levar cada uma delas a frente.

Brainstorm

Agora comece a julgar, elimine as ideias que não pareçam eficazes, combine algumas ideias se for conveniente. Prepare uma lista com as três melhores listando as consequências positivas e negativas. Por último, avalie os benefícios e as desvantagens.

Nesse momento, estamos prontos para implementá-las e avaliá-las. O autor sugere 3 perguntas:

  • As coisas estão ocorrendo como imaginava?
  • Os resultados estão de acordo com meus objetivos?
  • A solução é melhor que a antiga?

E Por fim, caso não esteja dando certo, não tenha medo de recomeçar e procurar novas ideias.

Eu gosto também de usar post-it e quadro branco nesse processo para ir anotando as ideias, soluções e etc. Discutir na frente de um quadro branco e ir escrevendo também ajuda a fluir as ideias.

Sobre peixotmarc

Conheceu seu primeiro computador com 10 anos, era um TK2000, ligado numa TV Philco-Ford preta e branco. Comprava revistas e digitava os códigos fonte e gravava os jogos numa fita K-7 . Aos 12 anos começou a programar em DBase III, informatizou os boletins do colégio onde estudava com a ajuda do seu irmão de 15 anos. Aos 18, resolveu formalizar toda a bagagem de conhecimento que tinha em informática indo para a Universidade. Trabalhou como suporte técnico em fumageira e desenvolvedor em software house. Descobriu que as multinacionais eram os bancos públicos da década de 80 e 90 e hoje trabalha em uma das 10 melhores empresas para se trabalhar no Brasil. Estuda e pelo menos tenta aplicar métodos ágeis para ter mais tempo para o que acha mais importante na vida: sua família linda.
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