Álcool – Um problema social e de marketing

Motorista embriagado atropela 2 pessoas

Motorista embriagado atropela 2 pessoas

Qual a pior droga? Qual é a mais devastadora? Há 2 fatores importantes sobre o que a droga pode fazer de mal com o próprio cidadão e com a sociedade.

Sem pensar muito, a pior mesmo é o Crack, além de devastar o próprio cidadão, destruindo a saúde, levando-a a prostituição e etc, destroi a sociedade também. O Crack vicia já as primeiras vezes que é utilizado, é barato. Além disso, é muito forte, apenas 5% dos viciados se recuperam, ou seja, precisa tratar 20 viciados para recuperar 1 apenas. Isso aumento os índice de assalto e outros crimes, tornando a pior droga. Acredito que isso é quase um concenso. E por fim, essas drogas não legalizadas criam um mercado e uma sociedade ilegal patrocinada pelo crime.

Mano Menezes em propaganda de Cerveja

Mano Menezes em propaganda de Cerveja

E depois? E as drogas lícitas? Já pararam para pensar no álcool e os males que ele acarreta ao cidadão e a sociedade? No cidadão causa várias doenças como hepatite, cirrose. Os contrapontos ao cidadão são pequenos perto dos que causam a sociedade. É só abrir o jornal que se vê notícias do tipo: “homem embriagado briga e mata a mulher”, ou, “motorista bêbado atropela 2 mulheres”.

Mesmo com esses problemas, ainda há propagandas de bebidas alcoólicas sendo vinculadas no rádio, na TV, em jornais. E pior ainda, vinculadas a esportes. Dois exemplos rápidos: Dunga e Mano Menezes (o ex e o atual técnico da seleção brasileira de futebol) fizeram propagandas de cerveja. Quando não é vinculada ao esporte, ou é de mau gosto ou quase pornográfica.

Do outro lado, o cigarro, por exemplo, já não pode ter propagandas vinculadas nesse meios mesmo não trazendo tantos problemas para a sociedade. Como diria o filósofo grego Sócrates: um peso e duas medidas.

Sobre peixotmarc

Conheceu seu primeiro computador com 10 anos, era um TK2000, ligado numa TV Philco-Ford preta e branco. Comprava revistas e digitava os códigos fonte e gravava os jogos numa fita K-7 . Aos 12 anos começou a programar em DBase III, informatizou os boletins do colégio onde estudava com a ajuda do seu irmão de 15 anos. Aos 18, resolveu formalizar toda a bagagem de conhecimento que tinha em informática indo para a Universidade. Trabalhou como suporte técnico em fumageira e desenvolvedor em software house. Descobriu que as multinacionais eram os bancos públicos da década de 80 e 90 e hoje trabalha em uma das 10 melhores empresas para se trabalhar no Brasil. Estuda e pelo menos tenta aplicar métodos ágeis para ter mais tempo para o que acha mais importante na vida: sua família linda.
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