Equipe de Progresso Contínuo, crescimento gradual, limites e analogia com a carpa Koi

Carpa Koi - Um dos peixes mais fascinantes de criar em aquários

Carpa Koi - Um dos peixes mais fascinantes de criar em aquários

O livro Go Team de Ken Blanchard, Alan Randolph e Peter Grazier faz uma analogia muito interessante entre a carpa Koi e a importância dos limites para o progresso contínuo de uma equipe.

Para quem não conhece a carpa Koi, ou carpa japonesa, é um dos peixes mais adorados por quem têm aquários. O mais fascinante nesse peixe é que ele se adapta a qualquer tamanho de aquário até um grande lago. Pode medir desde seis ou sete centímetros até noventa centímetros. Se seu espaço for aumentando gradualmente, a carpa se adapta e cresce também. Por outro lado, se for colocado logo num grande espaço com outros peixes, pode ser devorada.

A metáfora é feita para uma equipe. Se desejar um progresso contínuo para uma equipe, precisa fornecer limites bem definidos e deixar-los desenvolver sua competência. Depois de desenvolvida a habilidade, o limite pode ser aumentado.

Times precisam crescer e ter mais responsabilidades gradualmente

Times precisam crescer e ter mais responsabilidades gradualmente

Um exemplo dado no livro é em um processo de compras. Uma equipe precisava seguidamente comprar matérias de expediente, mas qualquer compra precisava da aprovação do superior, que em muitos casos levava tempo e inclusive ocasionando atrasos. Foi dada autonomia para a equipe comprar até um determinado valor, por exemplo, R$ 100,00. Com o passar do tempo, a equipe estava segura em comprar e o limite foi aumentando gradualmente.

Para terminar, uma frase de William J. Graham citada no livro: “Lembre-se de que os limites devem dizer às pessoas o que elas podem fazer, não o que elas não podem fazer.”

Sobre peixotmarc

Conheceu seu primeiro computador com 10 anos, era um TK2000, ligado numa TV Philco-Ford preta e branco. Comprava revistas e digitava os códigos fonte e gravava os jogos numa fita K-7 . Aos 12 anos começou a programar em DBase III, informatizou os boletins do colégio onde estudava com a ajuda do seu irmão de 15 anos. Aos 18, resolveu formalizar toda a bagagem de conhecimento que tinha em informática indo para a Universidade. Trabalhou como suporte técnico em fumageira e desenvolvedor em software house. Descobriu que as multinacionais eram os bancos públicos da década de 80 e 90 e hoje trabalha em uma das 10 melhores empresas para se trabalhar no Brasil. Estuda e pelo menos tenta aplicar métodos ágeis para ter mais tempo para o que acha mais importante na vida: sua família linda.
Esta entrada foi publicada em Idéia, livro com as etiquetas , , , . ligação permanente.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s