Fazer só o feijão com arroz ou algo mais? Fazer algo diferente também é valorizado

Fazer mais que o 'Feijão com Arroz' tambem é valorizado

Fazer mais que o 'Feijão com Arroz' tambem é valorizado

A resposta a gente já sabe, fazer o algo mais realmente faz a diferença. Mas é legal quando vemos na prática e sentimos recompensado por isso.

Há algum tempo, por meados de setembro e outubro de 2010 li o livro do Carmine Gallo, Faça como Steve Jobs: E Realize Apresentações Incríveis em Qualquer Situação por influência do @guggiaosca. O livro não descreve somente técnicas de apresentação, mas nos traz descrições de experiências observadas na vida de Steve Jobs que podemos levar por grande parte da vida.

Depois de lê-lo, senti mais confiante para fazer apresentações, com coragem para inovar, usar mais elementos visuais. Resumindo, fazendo algo bem diferente.

Já em novembro de 2010, ajudei a bolar uma apresentação de final de ano. Foi muito satisfatório realizá-la, participar do processo de algo com um grande grau de criatividade.

Mas em Abril de 2011 veio o meu grande prêmio. Tive a oportunidade de montar uma apresentação que será apresentada para funcionários de vários países. Foi a pedido de uma ex-gerente  e que reconheceu meu trabalho nas outras apresentações que fiz. Acredito que será uma ótima vitrine.

Porém, fazer apresentações não é o core do meu trabalho. Por outro lado, é uma maneira de demonstrar que somos capazes de fazer algo além e bem diferente do nosso dia-a-dia. A criatividade, adaptação, ser multifuncional (que é diferente de multitarefa) pode e é valorizado e também é satisfatório sentir isso.

Imagem: http://www.flickr.com/photos/francheskastein/3073620658/

Sobre peixotmarc

Conheceu seu primeiro computador com 10 anos, era um TK2000, ligado numa TV Philco-Ford preta e branco. Comprava revistas e digitava os códigos fonte e gravava os jogos numa fita K-7 . Aos 12 anos começou a programar em DBase III, informatizou os boletins do colégio onde estudava com a ajuda do seu irmão de 15 anos. Aos 18, resolveu formalizar toda a bagagem de conhecimento que tinha em informática indo para a Universidade. Trabalhou como suporte técnico em fumageira e desenvolvedor em software house. Descobriu que as multinacionais eram os bancos públicos da década de 80 e 90 e hoje trabalha em uma das 10 melhores empresas para se trabalhar no Brasil. Estuda e pelo menos tenta aplicar métodos ágeis para ter mais tempo para o que acha mais importante na vida: sua família linda.
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