Propaganda impressa também se mede pelo tempo de exposição – A eficácia dos Cartões de Visita

Cartões de Visita também funcionam como Propaganda

Cartões de Visita também funcionam como Propaganda

Estava vendo o programa Pequenas Empresas, Grandes Negócios (sim, eu acordo domingo às 07:30), e mostraram uma fábrica de caixas de pizza que estava incluindo na impressão das tampas, jogos para as crianças. Essa simples mudança nas caixas, com um preço baixíssimo, aumentou o tempo de exposição das caixas de pizza de 1 dia para 15 dias. Em outras palavras, aquela caixa que seria jogada no lixo no dia seguinte, ficava na casa do consumidor por 2 semanas. Isso é uma grande exposição, por exemplo, propagandas em jornais tem em média 2 dias de exposição e custam bem mais, obviamente que por outro lado tem uma exposição maior pelo número de leitores.

Então, me lembrei dos cartões de visita, principalmente para prestadores de serviço. Eu devo ter mais de 100 guardados. Gosto da facilidade de guardá-los, posso escrever mais alguma informação no verso, são todos do mesmo tamanho, tenho um clipe grande onde prendo todos, e não preciso adicionar o telefone e outras informações no meu celular. Além disso, tenho memória visual e acabou lembrando os cartões pelo desenho ou posição das informações.

E mais, tenho cartões com quase 10 anos, que ainda quando preciso, acabo recorrendo a eles. Já pensou no tempo de exposição e quanto custaram? Está ai uma mídia impressa barata, de bom retorno e de alta exposição.

Imagem: http://www.flickr.com/photos/johannahobbs/2329848647/

Sobre peixotmarc

Conheceu seu primeiro computador com 10 anos, era um TK2000, ligado numa TV Philco-Ford preta e branco. Comprava revistas e digitava os códigos fonte e gravava os jogos numa fita K-7 . Aos 12 anos começou a programar em DBase III, informatizou os boletins do colégio onde estudava com a ajuda do seu irmão de 15 anos. Aos 18, resolveu formalizar toda a bagagem de conhecimento que tinha em informática indo para a Universidade. Trabalhou como suporte técnico em fumageira e desenvolvedor em software house. Descobriu que as multinacionais eram os bancos públicos da década de 80 e 90 e hoje trabalha em uma das 10 melhores empresas para se trabalhar no Brasil. Estuda e pelo menos tenta aplicar métodos ágeis para ter mais tempo para o que acha mais importante na vida: sua família linda.
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