Está na hora de voltar a confiar no fio do bigode

A velha e boa confiança no fio do bigode

A velha e boa confiança no fio do bigode

Cada profissão tem as suas peculiaridades. A relação de um advogado ou de um psicólogo é de extrema confiança com o seu cliente, em alguns momentos se sobrepõe a própria lei pelo sigilo da profissão. Outras profissões são marcadas pela dedicação, cito duas que admiro muito: veterinário e médico pediatra. Eu não consigo imaginar como esses profissionais conseguem entender e curar um ser que não se expressa.

A computação também tem suas peculiaridades, continuo acreditando que é uma arte, algo que chega ao ponto de ser um dom, como um artista ou um músico.

Mas a diferenciação do bom e do mal profissional na computação vai muito além desse dom. O desenvolvimento de software é uma arte abstrata e no mundo digital que em muitos casos é difícil de explicar para alguém.

Por outro lado, ela torna muito mais fácil quando se tem confiança com o cliente e nos seus colegas e flexibilidade com o seu cliente.  Acredito na força das negociações de confiança, feitas ao estilo velha escola, no fio do bigode, com muita confiança e por conseqüência mais entrega de valor agregado. Tenho convicção que documentação de qualquer forma, não deve ser feita para mostrar daqui há uns 2 meses dizendo: Olha aqui no documento, fiz o que tu me pediu, mas sim para facilitar o entendimento futuro. O sucesso nessa área está muito além da satisfação do cliente, está na felicidade. Tenho vários casos onde confiar no fio de bigode foi a melhor solução e o diferencial para a felicidade do cliente.

Jogar para apenas se defender é jogar para perder, o mesmo serve para documentar.

E o mesmo deve acontecer com as relações entre colegas, se uma imagem vale mais que 1000 palavras, uma boa conversa em frente ao quadro branco, valem mais que 100 e-mails.

http://www.flickr.com/photos/andreassolberg/148314236/

Sobre peixotmarc

Conheceu seu primeiro computador com 10 anos, era um TK2000, ligado numa TV Philco-Ford preta e branco. Comprava revistas e digitava os códigos fonte e gravava os jogos numa fita K-7 . Aos 12 anos começou a programar em DBase III, informatizou os boletins do colégio onde estudava com a ajuda do seu irmão de 15 anos. Aos 18, resolveu formalizar toda a bagagem de conhecimento que tinha em informática indo para a Universidade. Trabalhou como suporte técnico em fumageira e desenvolvedor em software house. Descobriu que as multinacionais eram os bancos públicos da década de 80 e 90 e hoje trabalha em uma das 10 melhores empresas para se trabalhar no Brasil. Estuda e pelo menos tenta aplicar métodos ágeis para ter mais tempo para o que acha mais importante na vida: sua família linda.
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