Acredito na educação dos Motoristas Gaúchos

Ponte em São Sebastião do Caí - Pista estreita que passa apenas um carro de cada vez

Ponte em São Sebastião do Caí - Pista estreita que passa apenas um carro de cada vez

Vêem-se tantas coisas erradas no trânsito. É acidente com pessoas bêbadas que matam e depois se negam a fazer o exame do bafômetro ou motoristas enlouquecidos que não param nas faixas de segurança para um pedestre passar que acabamos pensando que todos são mal-educados. Generalizo por baixo e incluo-me nesse grupo. Porém, paro para pensar: Eu não sou assim, e muita gente também não é assim.

Algumas coisas me chamaram a atenção nesse final de semana. Fui para a serra Gaúcha e notei como todos os motoristas param na faixa de segurança, fazem cortesias tais como deixar alguém passar na frente dele em um cruzamento. E observei algumas placas, algumas da própria cidade, mas outras de outras cidades do Rio Grande do Sul. Não sei o que acontece com esses motoristas quando estão em outras regiões que mudam totalmente seus comportamentos. Talvez por seguir a onda, se alguém fez uma cortesia porque eu não posso? Ou por estarem fora das suas cidades, de férias, relaxados mudam completamente suas atitudes.

Um exemplo disso foi quando estava transitando por São Sebastião do Caí, onde há três pontes estreitas com uma pista apenas.  E tinha muito movimento no momento que estava trafegando. Pensei: Vão ter que esperar um pelos outros, vão bater ou vão começar a buzinar. Mas me surpreendi positivamente, todos aguardaram com paciência e educação.

Desejaria que tudo isso fosse uma constante no trânsito e não apenas restrito a alguns momentos ou locais.

Sobre peixotmarc

Conheceu seu primeiro computador com 10 anos, era um TK2000, ligado numa TV Philco-Ford preta e branco. Comprava revistas e digitava os códigos fonte e gravava os jogos numa fita K-7 . Aos 12 anos começou a programar em DBase III, informatizou os boletins do colégio onde estudava com a ajuda do seu irmão de 15 anos. Aos 18, resolveu formalizar toda a bagagem de conhecimento que tinha em informática indo para a Universidade. Trabalhou como suporte técnico em fumageira e desenvolvedor em software house. Descobriu que as multinacionais eram os bancos públicos da década de 80 e 90 e hoje trabalha em uma das 10 melhores empresas para se trabalhar no Brasil. Estuda e pelo menos tenta aplicar métodos ágeis para ter mais tempo para o que acha mais importante na vida: sua família linda.
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