O Fluxo da Concentração

Pilotos de F1 entram em um fluxo de concentração que facilita manobras

Pilotos de F1 entram em um fluxo de concentração que facilita manobras

Comecei a ler o livro Coaching Eficaz de Myles Downey. Já estou pela metade e está sendo muito útil, inclusive estou tentando utilizar algumas técnicas.

Por outro lado, o livro nos traz outros importantes conceitos que acabamos aplicando e muitas vezes nem sabemos exatamente por que estamos e que estamos aplicando.

E um desses conceitos é o fluxo de concentração. Quando se está muito concentrado em algo, entramos um estado chamado de fluxo, onde conseguimos o máximo da nossa concentração e fazemos o trabalho mais rápido e com mais exatidão. Esportistas adquirem uma facilidade enorme de chegar e permanecer no estado de fluxo. Pilotos de Formula 1 e moto velocidade chegam a descrever que sentem o tempo passar mais devagar, conseguem observar o adversário a sua frente, ver o exato momento que o adversário irá errar e executar uma manobra em um curto espaço de tempo. Isso pode ser explicado como estado de fluxo.

E para nós, meros mortais trabalhando diariamente em um escritório, podemos nos utilizar disso? Podemos, uma das coisas que devemos tentar fazer é pensar apenas no que estamos fazendo no momento. Para isso, podemos utilizar técnicas como a do Pomodoro ou GTD (Get Things Done©). Essas técnicas ajudam no planejamento do dia e garantem que não vamos esquecer-nos de fazer algo, e por conseqüência, focar no que está fazendo no momento.

Imagem: http://www.flickr.com/photos/presidenrf1/5637607750/

Sobre peixotmarc

Conheceu seu primeiro computador com 10 anos, era um TK2000, ligado numa TV Philco-Ford preta e branco. Comprava revistas e digitava os códigos fonte e gravava os jogos numa fita K-7 . Aos 12 anos começou a programar em DBase III, informatizou os boletins do colégio onde estudava com a ajuda do seu irmão de 15 anos. Aos 18, resolveu formalizar toda a bagagem de conhecimento que tinha em informática indo para a Universidade. Trabalhou como suporte técnico em fumageira e desenvolvedor em software house. Descobriu que as multinacionais eram os bancos públicos da década de 80 e 90 e hoje trabalha em uma das 10 melhores empresas para se trabalhar no Brasil. Estuda e pelo menos tenta aplicar métodos ágeis para ter mais tempo para o que acha mais importante na vida: sua família linda.
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