Placas de identificação para animais de estimação não tem preço

Placa de identificação

Placa de identificação

Eu queria contar um ocorrido conosco e deixar também uma dica para quem vai viajar com seus animais de estimação nesse período de férias.

Há alguns dias estava de férias e passei alguns dias em Gramado. Claro que não podia viajar sem minha cadela de estimação. Como ela é nova conosco (adotamos ela em Outubro), a Tielli teve a ótima ideia de comprar uma dessas placas de identificação tipo militar.

Compramos na loja Universal Caça, Pesca e Camping  que fica na Venâncio Aires, 768 em Santa Cruz do Sul. E mandamos gravar o nome do cachorro e nossos telefones em uma lojinha que fica na galeria do colégio São Luiz, na Tenente Coronel Brito. Tudo deve ter saído mais ou menos uns R$ 20,00.

Como a nossa cachorra era de rua, ela ficou com muito medo de ônibus e caminhões.  E enquanto passeava com ela, ao passar um ônibus, ela se assustou e puxou com força a guia que acabou escapando da minha mão. Corri aproximadamente 5 ou 6 quadras atrás dela até perdê-la de vista.

Fiquei desconsolado, e torcendo que alguém nos ligasse indicando que tinha achado nossa companheira. E não demorou muito. Depois de aproximadamente 1 hora, um senhor encontro ela em meio a algumas hortências e com a ajuda dos bombeiros a capturaram e vendo a placa de identificação, nos ligaram. Nunca foi tão útil aquela placa de identificação que tínhamos comprado há alguns dias.

Imagem: http://www.flickr.com/photos/prestonkemp/5684912765/

Sobre peixotmarc

Conheceu seu primeiro computador com 10 anos, era um TK2000, ligado numa TV Philco-Ford preta e branco. Comprava revistas e digitava os códigos fonte e gravava os jogos numa fita K-7 . Aos 12 anos começou a programar em DBase III, informatizou os boletins do colégio onde estudava com a ajuda do seu irmão de 15 anos. Aos 18, resolveu formalizar toda a bagagem de conhecimento que tinha em informática indo para a Universidade. Trabalhou como suporte técnico em fumageira e desenvolvedor em software house. Descobriu que as multinacionais eram os bancos públicos da década de 80 e 90 e hoje trabalha em uma das 10 melhores empresas para se trabalhar no Brasil. Estuda e pelo menos tenta aplicar métodos ágeis para ter mais tempo para o que acha mais importante na vida: sua família linda.
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