A Santa Cruz do Sul que eu não conhecia

Escola Nossa Senhora da Boa Esperança

Escola Nossa Senhora da Boa Esperança

Acredito que não há uma pessoa que trabalha ou trabalhou voluntariamente que não tenha o mesmo discurso:

Se ganha muito mais do que se dá com trabalho voluntário.

Porém, eu acrescentaria mais uma variável:

Se aprende e conhece-se muita coisa com trabalho voluntário. Além de competências de liderança, comunicação, negociação que tive a oportunidade de praticar, eu conheci muito da minha cidade durante esse ano.

E duas coisas me chamaram a atenção. A primeira foi um projeto juntamente com o Rotaract Santa Cruz do Sul, Rotary Santa Cruz do Sul e Rotary Santa Cruz Avenida onde fomos até uma escola no Alto Paredão.

Para quem não sabe, o Alto Paredão é a localidade mais longe do centro da cidade de Santa Cruz do Sul, para ter uma ideia, a viagem dura em torno de 1 hora e 30 minutos. São aproximadamente 25Km de asfalto e mais 60km de estrada de chão. Para ter uma ideia, os professores são obrigados a morarem na localidade, pois não teriam como fazer esse trajeto diariamente. E imaginamos algo tão longe sem muita assistência e sem infraestrutura. Mas é totalmente ao contrário, talvez pela própria dedicação dos professores que estão sempre perto, essa escola é simplesmente impecável.

Depois disso, em uma projeto liderado pelo Rotaract Santa Cruz do Sul e pelo Interact Santa Cruz do Sul (clubes de jovens de 18 a 30 e de 12 a 18 respectivamente apoiados pelo Rotary) ,tive o privilégio de conhecer a escola Nossa Senhora da Boa Esperança. A escola fica do outro lado da BR471. Essa parte da cidade realmente não conhecia, é praticamente outra cidade, lugar que desconhecemos e não temos nem a ideia da realidade vivida ali.

Sobre peixotmarc

Conheceu seu primeiro computador com 10 anos, era um TK2000, ligado numa TV Philco-Ford preta e branco. Comprava revistas e digitava os códigos fonte e gravava os jogos numa fita K-7 . Aos 12 anos começou a programar em DBase III, informatizou os boletins do colégio onde estudava com a ajuda do seu irmão de 15 anos. Aos 18, resolveu formalizar toda a bagagem de conhecimento que tinha em informática indo para a Universidade. Trabalhou como suporte técnico em fumageira e desenvolvedor em software house. Descobriu que as multinacionais eram os bancos públicos da década de 80 e 90 e hoje trabalha em uma das 10 melhores empresas para se trabalhar no Brasil. Estuda e pelo menos tenta aplicar métodos ágeis para ter mais tempo para o que acha mais importante na vida: sua família linda.
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